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28 capas divertidas, chiques, lascivas ou malucas de discos para cocktail

Os “discos para coquetel”, embora esquecidos, fizeram época e a alegria de quem precisava criar um clima antes de partir para a ignorância

Por Sergio Crusco

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Lá pelos meados dos anos 1950, os long plays, ou LPs, revolucionaram a maneira de ouvir música. Imagine que antes, para curtir seu hit predileto, era preciso recorrer às bolachas em 78 rotações, com uma música de cada lado. O LP mudou tudo isso, primeiro no formato de 10 polegadas, que geralmente trazia 8 faixas, e depois no tamanho mais popular, o de 12 polegadas, no começo quase sempre com 12 músicas. Continuar lendo

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Cervejaria Nacional relança a Gruit Beer Magrela: saiba mais sobre essa cerveja sem lúpulo

Quando não havia lúpulo, o jeito era temperar e aromatizar a cerveja com ervas, flores e especiarias. Esse estilo antigão de brassar, que origina as Gruit Beers, é revivido no brew pub paulistano e em outras cervejarias mundo afora

Por Sergio Crusco

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Magrela, Gruit Beer da cervejaria Nacional elaborada pelo sommelier Patrick Bannwart com vinte ingredientes herbais

– Não é cerveja – me garantiu um sommelier e mestre-cervejeiro, durante uma aula sobre estilos.

– Mas não posso mesmo chamar de cerveja? ­– retorqui.

– Não. Cerveja, necessariamente, tem lúpulo na composição.

Fiquei bem quieto, mas continuei chamando Gruit de cerveja. Mesmo sabendo que o que caracteriza uma Gruit, necessariamente, é a ausência de lúpulo.

Imagine você, numa aldeia perdida lá pelas bandas da Europa Central, querendo fazer sua cervejinha caseira nos idos do século 9. Cadê o lúpulo? Não tem. O que eu faço? Colho as ervas, flores e especiarias que brotam ou são vendidas no pedaço para temperar a receita. Isso é o gruit, palavra que, ao que tudo indica, vem do holandês antigo: a combinação de plantas usada para aromatizar e dar sabor à cerveja, receita que variava muito de região para região, pois cada uma tinha sua flora específica. Continuar lendo

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Drinques com vinho fazem sucesso no Ovo e Uva e em outros bares e restaurantes de São Paulo

Além da manjada Sangria, do clássico Champagne Cocktail e do popular Aperol Spritz, fazer coquetéis com vinho é um mundo de possibilidades e harmonia. O Ovo e Uva é um dos endereços da cidade em que se pode molhar o bico com invenções tradicionais ou modernas. Tem outros…

Por Sergio Crusco

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Rodada de Aperol Spritz pronta para sair na degustação comandada pelo sommelier João Renato, do Ovo e Uva

Gim? Rum? Cachaça? Qual o ingrediente da moda nos coquetéis? Todos eles e mais alguns, vamos combinar. Mas uma tendência que tem pegado por aí é a dos drinques com vinho. Até aí, nenhuma novidade. Eles existem desde que alguém se dispôs a misturar bebidas para ver no que dava. E deu. Quem nunca se inebriou com o clássico Champagne Cocktail, com a singela Mimosa ao cair da tarde, com os italianíssimos Bellini e Aperol Spritz, com a farta e colorida jarra de Sangria ou Clericot? Continuar lendo