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Nova carta do SubAstor traz quase o mundo todo em forma de drinques

O mixologista Fabio La Pietra mudou toda a carta do SubAstor, na Vila Madalena. São 24 drinques com influências latinas, clássicas, caribenhas… Festa para o paladar

Por Sergio Crusco

Carta de drinks - Sub Astor - foto Leo Feltran - 22/05/2015

My Hops Don’t Lie: martini muito seco e amargo, com lúpulo

Bar é como passarela, de moda ou de escola de samba. Tem de ter novidade, cor, alegria, alegoria, surpresas para os olhos e o paladar. A nova carta do paulistano SubAstor, comandado pelo bartender Fabio La Pietra é assim: num enredo multicultural, ele vem com destilados de sotaque latino, muito rum caribenho, matizes das praias da Indonésia, pitadas de brasilidade em coquetéis com cachaça e base na coquetelaria clássica. Dá para saracotear com gosto – e com responsabilidade, para não cair da plataforma de Carmen Miranda – nessa mistura de suingues e temperos. Dringue esteve por lá para provar alguns dos novos coquetéis – 24 ao todo – e conta um pouquinho dessa aventura.

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Pirajá lança Cachaça Velha Guarda e novas caipirinhas no cardápio

Criada em Paraty e envelhecida por dois anos em carvalho, a Velha Guarda chega chegando, para ser provada pura ou em quatro novas receitas de caipiras no boteco paulistano

Por Sergio Crusco

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Nova cachaça e novas caipirinhas do Pirajá: Velha Guarda, Baile de Gala, Brigar Pra Quê? e Doce Ilusão

Quando o bar paulistano Pirajá lançou sua primeira cachaça exclusiva e branquinha, a Pirajá Santo Grau, em 2013, já se imaginava um upgrade. Eduardo Mello, da destilaria Engenho D’Água, em Paraty, estava de mangas arregaçadas preparando a irmã mais velha, uma pinga adormecida durante seis meses em tonéis de amendoim e por mais dois anos em carvalho francês velho. Essa semana a Pirajá Velha Guarda Santo Grau veio à luz, levemente dourada, com notas de baunilha e perfeita para o preparo de coquetéis. “O carvalho antigo amacia a cachaça e não confere tanta cor, a bebida mantém os aromas e sabores característicos da cana-de-acúcar”, explica Eduardo, membro da quinta geração de uma família que destila a marvada desde o século 19.

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Conversa de bar

Bar é como praia, um endereço que indica nossa filosofia de vida, sinaliza nossos gostos e a nossa turma. No Rio ou em São Paulo, encontre a sua, escolha um dos cinco petiscos mais saborosos do cardápio e um bom drinque para harmonizar.  Damos umas receitas no final do post… e músicas, claro!

Por Cristina Ramalho

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Bar Pirajá, em São Paulo: imitando o borogodó carioca na terra da garoa

Aconteceu mesmo e virou manchete: quando Hitler mandou afundar uns navios na costa brasileira, em 1942, a vingança anti-alemã dos brasileiros foi imediata. Rapazes ilustres do Rio de Janeiro dos anos 40/50, como os jornalistas João Saldanha, Sérgio Porto e Sandro Moreyra, saíram apedrejando os bares alemães de Ipanema. O Bar Berlim, o primeiro deles, fechou rapidinho e só reabriria dois anos depois com a alcunha de Bar Lagoa – é, aquele mesmo, dos garçons mal humorados, e do privilégio de estar numa das melhores locações do Rio. O Rhenania também trocou de nome, fechou e se transformou no Jangadeiro, mais tarde o ponto predileto da Tônia Carrero, Drummond, do Jaguar e até do Carlos Lacerda.

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