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Felipe Rara faz drinques que mexem com os sentidos no Brasserie des Arts

O mixologista lança a carta de drinques Equilátero, que prevê duas novas etapas mais adiante. Especiarias, ingredientes raros e contrastes de sabor são algumas surpresas dessa viagem cheia de inspirações geográficas, históricas e aromáticas

Por Sergio Crusco

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Carême Mise en Place, com Mandarinetto com frutas silvestres, amaro e soda lima limão. Uma das invenções de Felipe Rara na nova carta do Brasserie des Arts

Felipe Rara vem firmando seu nome (ou melhor, já firmou) entre os bambas da mixologia paulistana de um jeito tranquilo. Fala mansa e gestos comedidos fazem parte do seu estilo, mesmo quando o lugar é o agitado Brasserie des Arts, no bairro paulistano dos Jardins, onde predominam a música alta e o clima dolce vita, eterna festa.  Continuar lendo

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Uma aula de coquetelaria mediterrânea com Márcio Silva

Drinques leves, cítricos, refrescantes, aromáticos, com sabor de férias sem fim. Assim foi o workshop de coquetéis com o bartender Márcio Silva – inspiração para sonhar com uma vida tranquila lá longe…

Por Sergio Crusco

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O coquetel Poção Tupã e a paisagem da Vila Beatriz – um ramo de manjericão desmilinguido e outro armado com estilo pelo professor

Pensam que é moleza seguir uma receita de coquetel e conseguir o mesmo resultado do bar top ten? Drinques deliciosos, bem equilibrados, com decoração perfeita? Bem que me esforcei, mas bastou a primeira aula de coquetelaria com Márcio Silva para descobrir que estou longe de alcançar qualquer espécie de perfeição nesse ramo.

A ideia era mostrar a um grupo de jornalistas a alquimia de alguns drinques de inspiração mediterrânea, de autoria de Márcio, na sede da importadora Mr. Man. Coisa que a gente vê nos filmes e fica sonhando em viver (para o resto da vida, não só nas férias) – beira mar, ingredientes frescos, comida saudável. “Esses drinques nos fazem desconectar do estresse, da buzina, da fila, do computador. Viver um momento nosso, curtir a vida, estar presente”, disse Márcio, que trabalhou durante 20 anos na Europa, em bares e como treinador de bartenders, tendo passado um bom tempo em Barcelona, de onde trouxe o jeito sutil e refrescante de pensar a mixologia.

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