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Cerveja Mea Culpa lança Preguiça, uma witbier para quem não quer saber de complicação

Dringue está de volta. Mas chega sossegado, brindando com a cerveja Preguiça, witbier delícia da Mea Culpa, própria para quem não quer queimar a mufa. Ou finge que está na miúda e andou só matutando na vida…

Por Sergio Crusco

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Entra ano, sai ano, Dorival Caymmi continua dando pinta no Dringue, personificando a preguiça produtiva – fez pouco mais de 100 canções, todas obras primas

Voltar, encarar o tranco mais uma vez, botar na prática planos que até ontem eram sonhos, lidar com os dilemas do tipo “o que faço da vida?”, “quem sou eu?”, “onde estou?”, “para onde vou?”… Nada disso combina com decisões muito complicadas. Bom é recomeçar de mansinho, sem grandes solavancos. Não, solavanco ninguém quer.

Melhor abrir uma witbier, estilo belga de cerveja levinha, levemente perfumada, fresca. Nenhum aroma estrambótico para decifrar, nenhum papo que envolva grandes repertórios sensoriais. Fácil de beber, de entender e de gostar.

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Um dringue com André Cancegliero e Fernando Pieratti, da Cervejaria Urbana

Centeio Dedo é a nova cerveja da Urbana, uma Rye IPA aveludada e potente – mais uma aventura de uma marca que tem causado polêmica, alegria e frisson. Conversamos com dois desses meninos maluquinhos que criam rótulos com nomes como Gordelícia, Trimiliqui e Prima Pode

Por Sergio Crusco

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André Cancegliero e Fernando Pieratti no lançamento da Centeio Dedo no Empório Alto dos Pinheiros (Fernando: “Mas vai colocar foto minha com cigarro na boca?”. Eu: “Foi a que ficou melhorzinha”. Fernando: “Então, vai com cigarro mesmo”.)

André, fala da Centeio Dedo, essa cerveja que estamos provando hoje. [Estamos no Empório Alto dos Pinheiros, templo da cerveja boa em São Paulo]

André – É uma American Rye IPA, um estilo pouco conhecido no Brasil. É feita com 30% de centeio, o que dá cremosidade à cerveja e uma certa picância. Ela é aveludada, também por causa do centeio, e tem esse amargor típico da IPA.

E mais esse nome maluco.

Ih, isso é coisa do meu sócio. Ele que inventa os nomes. Vem aqui, Fernando.

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