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Um dringue com Alysson Müller, o Rei do Polvo de Florianópolis

Alysson Müller, chef e proprietário do restaurantes Rosso Restro e Artusi, em Florianópolis, colocou o polvo no mapa da culinária manezinha. Aqui ele fala sobre os vinhos laranjas, a melhor harmonia com o molusco, da sua paixão pelos vinhos portugueses e de outras bebidas que fazem sua alegria e a de seus clientes

Por Sergio Crusco

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Alysson Müller com o pé no mar de Floripa, de onde vem o polvo que lhe deu fama

Como começa sua história a sua história com o polvo?

Quando fui trabalhar no Bistrô d’Acampora, um lugar muito conceituado de Florianópolis, com o chef Roberto Bento, o Betinho, começou meu upgrade profissional. Eu vinha de um aprendizado familiar, meu pai tinha um restaurante em Biguaçu, cidade na região continental de Florianópolis. Com o Betinho aprendi as técnicas francesas de caldos, reduções, molhos. E também a lidar com o polvo. É uma carne de cocção lenta, não é muito simples trabalhar com ele.

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Perdido na ExpoVinis

Na maior feira de vinhos da América Latina, ficamos indecisos com quase o mundo inteiro servido em taças. Impossível provar tudo – mas alguns dos bons rótulos que conseguimos sorver está apresentado aqui

Por Sergio Crusco


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Um parque de diversão para adultos. É o que me ocorre para tentar explicar a ExpoVinis, maior feira de vinhos da América Latina, que aconteceu em São Paulo de 22 a 24 de abril. No começo a gente fica meio perdido, zanzando sem ter muita noção de por onde ir. Continua perdido ao longo do tempo, pois são tantas emoções e sabores, impossível ver e provar tudo. Uma dica aqui dos amigos jornalistas e especialistas, uma fuçada curiosa acolá, um estande vistoso mais adiante, um rótulo sedutor… E assim vamos indo, ao sabor da descoberta.

Para facilitar a vida de quem vai à feira para fazer negócios ou simplesmente conhecer as novidades, a ExpoVinis faz anualmente um concurso que elege os dez melhores vinhos inscritos (veja a lista no final do post). Mas preferi traçar um roteiro intuitivo (pra não dizer desorganizado), uma vez que aquele mundo todo não caberia em dois dias de visita à feira. Como não sou especialista, fui seguindo o meu faro – talvez não certeiro. A preferência pelos brancos quem sabe incomode os fãs de tintos. Mas vamos lá. A seleção é bem pessoal, de alguém que gosta de beber e de compartilhar o que prova por aí.

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