0

Poke Haüs acende a chama da coquetelaria tiki em pleno inverno

O bartender Laércio Zulu é autor da carta de drinques tiki que acompanha as porções de poke havaiano, nova moda na cidade

Por Sergio Crusco

poke haus 2

Navy Grog, clássico tiki revisitado por Laércio Zulu na Poke Haüs, em São Paulo

Tá certo que acabamos de entrar no inverno e que a estação pede comida quente, reconfortante, e drinques encorpados e alcoólicos. Mas na Poke Haüs, nova opção descontraída no Itaim, o verão parece teimar em ser eterno. No menu, as principais opções são algumas combinações de poke, o prato havaiano à base de peixes marinados e arroz, nova modinha na cidade.

Como leveza harmoniza com leveza, os coquetéis tiki têm tudo para vencer a parada, mesmo sob as baixas temperaturas. Quem montou a carta, bem sucinta, foi o bartender Laércio Zulu, mestre nas alquimias tropicais. São seis opções de drinques, três de autoria própria e três recriações de clássicos tiki de Don The Beachcomber (essa história toda você lê no Dringue clicando aqui). Continuar lendo

4

O tiki tá com tudo

Os coquetéis tiki, inspirados nas ilhas do Pacífico na década de 1930, voltam à cena: coloridos, saborosos e – por que não dizer? – graciosamente cafonas. Em São Paulo você pode fazer um roteiro tropical e prová-los em bares como Frank, Barê, SubAstor e Brasserie des Arts

Por Sergio Crusco

tiki_pop

Imagem do livro Tiki Pop, de Sven A. Kirsten, que conta a história da moda tropical na coquetelaria

Numa dessas aventuras que a vida proporciona, lá fui eu viajar de navio pelo Mediterrâneo, com uma turma boa de copo e de piada. Trabalho pesado, não pensem que era só diversão. Mas uma das diversões, entre uma reportagem e outra para certa revista de celebridades, era ver quem pedia o drinque mais cafona, aqueles decorados com flores, mini guarda-sóis, cerejinhas artificialíssimas – e uma boa dose de doçura.

Continuar lendo