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Bebendo tequila com Frida Kahlo

Tequila era a bebida preferida de Frida Kahlo, que a consumia em doses industriais, com a mesma paixão com que amava o pintor Diego Rivera, cuidava da casa, cozinhava, contava piadas cabeludas e celebrava a vida com os amigos – apesar das dores exasperantes que sofreu

Por Sergio Crusco

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Frida Kahlo: artista revolucionária e dona de casa prestimosa

“Eu bebo para afogar minhas mágoas, mas as malditas aprenderam a nadar”, dizia Frida Kahlo (1907-1954). Tinham fôlego de campeão olímpico, as danadas. Na conta da biógrafa Hayden Herrera, autora de Frida – A Biografia (2013), a pintora mandava uma garrafa de tequila por dia. Às vezes dispensava o copo, ia direto no gargalo, o que fazia brotar o vulcão de anedotas apimentadas com que adorava brindar seus convidados, na casa onde não faltava festa, embora as mágoas que a anfitriã tentasse afogar fossem muitas.

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Nova carta do SubAstor traz quase o mundo todo em forma de drinques

O mixologista Fabio La Pietra mudou toda a carta do SubAstor, na Vila Madalena. São 24 drinques com influências latinas, clássicas, caribenhas… Festa para o paladar

Por Sergio Crusco

Carta de drinks - Sub Astor - foto Leo Feltran - 22/05/2015

My Hops Don’t Lie: martini muito seco e amargo, com lúpulo

Bar é como passarela, de moda ou de escola de samba. Tem de ter novidade, cor, alegria, alegoria, surpresas para os olhos e o paladar. A nova carta do paulistano SubAstor, comandado pelo bartender Fabio La Pietra é assim: num enredo multicultural, ele vem com destilados de sotaque latino, muito rum caribenho, matizes das praias da Indonésia, pitadas de brasilidade em coquetéis com cachaça e base na coquetelaria clássica. Dá para saracotear com gosto – e com responsabilidade, para não cair da plataforma de Carmen Miranda – nessa mistura de suingues e temperos. Dringue esteve por lá para provar alguns dos novos coquetéis – 24 ao todo – e conta um pouquinho dessa aventura.

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