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Guilhotina Bar une descontração e drinques surpreendentes em Pinheiros

O novo empreendimento do mixologista Márcio Silva já nasceu famoso, com coquetéis autorais, pouca pompa e muito espaço para o povo interagir

Por Sergio Crusco

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Ambiente do Guilhotina bar: chique sem perecoteco, com cara de boteco de bairro

Mal abriu, no final do ano passado, o Guilhotina Bar virou um daqueles sucessos instantâneos, do tipo “está por fora quem ainda não foi”. Fica num imóvel simples da Rua Costa Carvalho, Baixo Pinheiros, entre Faria Lima e Marginal, pedaço que já conta com um punhado de opções bebíveis e comíveis bem recomendáveis: o Empório Alto de Pinheiros (a Aparecida do Norte dos cervejeiros), o Horta Café e Bistrô, a pâtisserie de Nina Veloso, o Delirium Café (outro point das grandes cervejas), o restaurante Nou, o Piú, o Oui, o Ruella, a Confeitaria Dama e outras perdições. No mapa estendido da região, o Guilhotina entra na categoria “bares abertos pelos próprios bartenders”, como o simpático e bom de preço boteco Paramount (de Netinho, ex-Astor), o aconchegante e caseiro Guarita (de Jean Ponce) e o elétrico Biri Nait (de Talita Simões).

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The Fine Art une música, coquetelaria clássica e os convidados especiais de Laércio Zulu no Anexo São Bento

Uma vez por mês o bartender Laércio Zulu recebe convidados para o The Fine Art, projeto que revisita coquetéis históricos e não tem repeteco. A nova festa acontece no dia 19 de abril e quem perder terá de esperar pelas próximas surpresas

Por Sergio Crusco / Fotos Leo Feltran

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Laércio Zulu e seus convidados do próximo The Fine Art, Abelardo Oliveira e Sylas Rocha

Tá nas bocas, como diria Aracy de Almeida (que de tão homenageada por nós já virou patrona do Dringue). The Fine Art, a festa de música e coquetéis fantásticos bolada por Laércio Zulu no Anexo São Bento, em São Paulo, foi um sucesso já na primeira edição, que teve como convidado de honra o bartender Marcelo Serrano, criando drinques em parceria com o anfitrião. O plá do projeto, segundo Zulu, é reverenciar a coquetelaria clássica ocidental, período longo que se estende de 1860 até o começo dos anos 1960 e trá lá lá. Um século de alquimias, já pensou? E ainda música ao vivo com os melhores músicos de jazz sacudido da cidade.

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O tiki tá com tudo

Os coquetéis tiki, inspirados nas ilhas do Pacífico na década de 1930, voltam à cena: coloridos, saborosos e – por que não dizer? – graciosamente cafonas. Em São Paulo você pode fazer um roteiro tropical e prová-los em bares como Frank, Barê, SubAstor e Brasserie des Arts

Por Sergio Crusco

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Imagem do livro Tiki Pop, de Sven A. Kirsten, que conta a história da moda tropical na coquetelaria

Numa dessas aventuras que a vida proporciona, lá fui eu viajar de navio pelo Mediterrâneo, com uma turma boa de copo e de piada. Trabalho pesado, não pensem que era só diversão. Mas uma das diversões, entre uma reportagem e outra para certa revista de celebridades, era ver quem pedia o drinque mais cafona, aqueles decorados com flores, mini guarda-sóis, cerejinhas artificialíssimas – e uma boa dose de doçura.

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