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Poke Haüs acende a chama da coquetelaria tiki em pleno inverno

O bartender Laércio Zulu é autor da carta de drinques tiki que acompanha as porções de poke havaiano, nova moda na cidade

Por Sergio Crusco

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Navy Grog, clássico tiki revisitado por Laércio Zulu na Poke Haüs, em São Paulo

Tá certo que acabamos de entrar no inverno e que a estação pede comida quente, reconfortante, e drinques encorpados e alcoólicos. Mas na Poke Haüs, nova opção descontraída no Itaim, o verão parece teimar em ser eterno. No menu, as principais opções são algumas combinações de poke, o prato havaiano à base de peixes marinados e arroz, nova modinha na cidade.

Como leveza harmoniza com leveza, os coquetéis tiki têm tudo para vencer a parada, mesmo sob as baixas temperaturas. Quem montou a carta, bem sucinta, foi o bartender Laércio Zulu, mestre nas alquimias tropicais. São seis opções de drinques, três de autoria própria e três recriações de clássicos tiki de Don The Beachcomber (essa história toda você lê no Dringue clicando aqui). Continuar lendo

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A falsa Marilyn Monroe e o verdadeiro Manhattan

Era para ser um aniversário com clima de filme. Não saiu como nos planos, mas nossa Marilyn Monroe foi tomar um Manhattan para celebrar que a graça da vida tá na surpresa. E nós trazemos a receita do drinque novaiorquino e músicas ótimas

Por Cristina Ramalho

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Em Quanto Mais Quente Melhor (1959), Marilyn Monroe improvisa um Manhattan durante a viagem de trem, com a bolsa de água quente como coqueteleira

O trabalho parecia moleza: botar uma peruca loira, fazer a pinta perto da boca, se apertar no vestido justo. Fani só precisava caprichar na vozinha rouca, tímida-sexy, levar o bolo até a casa do aniversariante, tocar a campainha e, quando ele abrisse a porta, a cereja do presente seria ela cantar, como a verdadeira Marilyn Monroe para John Kennedy, um sussurrante Happy birthday to you. Cachê: duzentos reais.

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Bebendo tequila com Frida Kahlo

Tequila era a bebida preferida de Frida Kahlo, que a consumia em doses industriais, com a mesma paixão com que amava o pintor Diego Rivera, cuidava da casa, cozinhava, contava piadas cabeludas e celebrava a vida com os amigos – apesar das dores exasperantes que sofreu

Por Sergio Crusco

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Frida Kahlo: artista revolucionária e dona de casa prestimosa

“Eu bebo para afogar minhas mágoas, mas as malditas aprenderam a nadar”, dizia Frida Kahlo (1907-1954). Tinham fôlego de campeão olímpico, as danadas. Na conta da biógrafa Hayden Herrera, autora de Frida – A Biografia (2013), a pintora mandava uma garrafa de tequila por dia. Às vezes dispensava o copo, ia direto no gargalo, o que fazia brotar o vulcão de anedotas apimentadas com que adorava brindar seus convidados, na casa onde não faltava festa, embora as mágoas que a anfitriã tentasse afogar fossem muitas.

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Bebendo com Mick Jagger

O vocalista dos Rolling Stones se apaixonou pelo Tequila Sunrise na Califórnia, em 1972. Até hoje o coquetel é sucesso nas festas tropicais

Por Walterson Sardenberg Sº

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“Give me little drink from your loving cup”

Mick Jagger lançou um modo muito pessoal de cantar (embora pagando tributo a Don Covay), criou alguns dos melhores rocks do gênero e transformou os Rolling Stones numa máquina de fazer dindim. Mas, por favor, não inventou o Tequila Sunrise, como teimam alguns tratados sobre coquetéis. Apenas divulgou o drinque — depois de enxugar dezenas de galões, é bem verdade.

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Tequila Jose Cuervo lança desafio: quem prepara o melhor drinque?

A marca apresenta o concurso Dons of Tequila, em que participantes de 17 países vão mostrar sua magia para criar coquetéis à base do destilado de agave azul

Por Sergio Crusco

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Paloma: drinque sensação na noite da Jose Cuervo no restaurante La Central

Quer ter um blend de tequila Jose Cuervo com seu nome estampado no rótulo e ainda receber um título de distinção no México? Comece a pensar na receita. Na segunda-feira (30), a Jose Cuervo apresentou em São Paulo uma nova ação global que vai abalar o mundo da mixologia em 17 países. Profissionais da coquetelaria e mesmo amadores serão convidados a criar drinques com as tequilas da marca. O vencedor viajará para Tequila, no México, conhecerá a destilaria da Jose Cuervo, criará seu próprio blend e ganhará 500 garrafas com seu nome gravado. Olha que luxo.

Quem vencer a parada também receberá o título de Don (algo parecido, no México, com a deferência com que se trata um “Sir” na Inglaterra). Ao longo de seus 250 anos de história, a Jose Cuervo tem destacado alguns (poucos) Dons of Tequila, como Sixto Gorjón, que em 1873 defendeu a cidade de Tequila e suas destilarias do bando de Manuel Lozada, gatuno que tocava terror no México do final do século 19.

Para participar, acesse o site Dons of Tequila e conheça o regulamento.

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