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Poke Haüs acende a chama da coquetelaria tiki em pleno inverno

O bartender Laércio Zulu é autor da carta de drinques tiki que acompanha as porções de poke havaiano, nova moda na cidade

Por Sergio Crusco

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Navy Grog, clássico tiki revisitado por Laércio Zulu na Poke Haüs, em São Paulo

Tá certo que acabamos de entrar no inverno e que a estação pede comida quente, reconfortante, e drinques encorpados e alcoólicos. Mas na Poke Haüs, nova opção descontraída no Itaim, o verão parece teimar em ser eterno. No menu, as principais opções são algumas combinações de poke, o prato havaiano à base de peixes marinados e arroz, nova modinha na cidade.

Como leveza harmoniza com leveza, os coquetéis tiki têm tudo para vencer a parada, mesmo sob as baixas temperaturas. Quem montou a carta, bem sucinta, foi o bartender Laércio Zulu, mestre nas alquimias tropicais. São seis opções de drinques, três de autoria própria e três recriações de clássicos tiki de Don The Beachcomber (essa história toda você lê no Dringue clicando aqui). Continuar lendo

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The Fine Art une música, coquetelaria clássica e os convidados especiais de Laércio Zulu no Anexo São Bento

Uma vez por mês o bartender Laércio Zulu recebe convidados para o The Fine Art, projeto que revisita coquetéis históricos e não tem repeteco. A nova festa acontece no dia 19 de abril e quem perder terá de esperar pelas próximas surpresas

Por Sergio Crusco / Fotos Leo Feltran

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Laércio Zulu e seus convidados do próximo The Fine Art, Abelardo Oliveira e Sylas Rocha

Tá nas bocas, como diria Aracy de Almeida (que de tão homenageada por nós já virou patrona do Dringue). The Fine Art, a festa de música e coquetéis fantásticos bolada por Laércio Zulu no Anexo São Bento, em São Paulo, foi um sucesso já na primeira edição, que teve como convidado de honra o bartender Marcelo Serrano, criando drinques em parceria com o anfitrião. O plá do projeto, segundo Zulu, é reverenciar a coquetelaria clássica ocidental, período longo que se estende de 1860 até o começo dos anos 1960 e trá lá lá. Um século de alquimias, já pensou? E ainda música ao vivo com os melhores músicos de jazz sacudido da cidade.

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Nova carta de Laércio Zulu no Anexo São Bento conta histórias com coquetéis

Depois de um ano viajando pelo Brasil e pelo mundo, o bartender Laércio Zulu ancora no Anexo São Bento e mostra alquimias com ingredientes como jabuticaba, folha de laranjeira, mutamba – num diálogo com a coquetelaria clássica que rende muitos casos, aroma e sabor

Por Sergio Crusco / Fotos: Rodrigo Marrano/Divulgação

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Laércio Zulu brinca com as frutas no balcão do Anexo São Bento, em São Paulo

“Minha avó costumava tomar chá de folha de laranjeira. Dizia que era bom para acalmar. Acho que ela não precisava daquilo – minha avó sempre foi calminha –, mas eu adorava tomar o chá junto com ela, todas as tardes”.

Com esse caso pessoal, o bartender Laércio Zulu começa a apresentar a nova carta que preparou para o Anexo São Bento, em São Paulo. Dividida em cinco partes – ou cinco capítulos – é um “livrinho” que conta muitas histórias. As reminiscências da infância na Bahia, os fogos da adolescência, os muitos giros que fez pelo país em busca de ingredientes “simples, autênticos, mas pouco usuais e surpreendentes” e o olho na modernidade e nas últimas tendências da mixologia – fruto de suas viagens por algumas das cidades mais sambadas do planeta, onde mostra o jeito brasileiro de fazer coquetéis e divulga nosso orgulho etílico: a cachaça.

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O tiki tá com tudo

Os coquetéis tiki, inspirados nas ilhas do Pacífico na década de 1930, voltam à cena: coloridos, saborosos e – por que não dizer? – graciosamente cafonas. Em São Paulo você pode fazer um roteiro tropical e prová-los em bares como Frank, Barê, SubAstor e Brasserie des Arts

Por Sergio Crusco

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Imagem do livro Tiki Pop, de Sven A. Kirsten, que conta a história da moda tropical na coquetelaria

Numa dessas aventuras que a vida proporciona, lá fui eu viajar de navio pelo Mediterrâneo, com uma turma boa de copo e de piada. Trabalho pesado, não pensem que era só diversão. Mas uma das diversões, entre uma reportagem e outra para certa revista de celebridades, era ver quem pedia o drinque mais cafona, aqueles decorados com flores, mini guarda-sóis, cerejinhas artificialíssimas – e uma boa dose de doçura.

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Nova carta do SubAstor traz quase o mundo todo em forma de drinques

O mixologista Fabio La Pietra mudou toda a carta do SubAstor, na Vila Madalena. São 24 drinques com influências latinas, clássicas, caribenhas… Festa para o paladar

Por Sergio Crusco

Carta de drinks - Sub Astor - foto Leo Feltran - 22/05/2015

My Hops Don’t Lie: martini muito seco e amargo, com lúpulo

Bar é como passarela, de moda ou de escola de samba. Tem de ter novidade, cor, alegria, alegoria, surpresas para os olhos e o paladar. A nova carta do paulistano SubAstor, comandado pelo bartender Fabio La Pietra é assim: num enredo multicultural, ele vem com destilados de sotaque latino, muito rum caribenho, matizes das praias da Indonésia, pitadas de brasilidade em coquetéis com cachaça e base na coquetelaria clássica. Dá para saracotear com gosto – e com responsabilidade, para não cair da plataforma de Carmen Miranda – nessa mistura de suingues e temperos. Dringue esteve por lá para provar alguns dos novos coquetéis – 24 ao todo – e conta um pouquinho dessa aventura.

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