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Poke Haüs acende a chama da coquetelaria tiki em pleno inverno

O bartender Laércio Zulu é autor da carta de drinques tiki que acompanha as porções de poke havaiano, nova moda na cidade

Por Sergio Crusco

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Navy Grog, clássico tiki revisitado por Laércio Zulu na Poke Haüs, em São Paulo

Tá certo que acabamos de entrar no inverno e que a estação pede comida quente, reconfortante, e drinques encorpados e alcoólicos. Mas na Poke Haüs, nova opção descontraída no Itaim, o verão parece teimar em ser eterno. No menu, as principais opções são algumas combinações de poke, o prato havaiano à base de peixes marinados e arroz, nova modinha na cidade.

Como leveza harmoniza com leveza, os coquetéis tiki têm tudo para vencer a parada, mesmo sob as baixas temperaturas. Quem montou a carta, bem sucinta, foi o bartender Laércio Zulu, mestre nas alquimias tropicais. São seis opções de drinques, três de autoria própria e três recriações de clássicos tiki de Don The Beachcomber (essa história toda você lê no Dringue clicando aqui). Continuar lendo

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Nova carta de Laércio Zulu no Anexo São Bento conta histórias com coquetéis

Depois de um ano viajando pelo Brasil e pelo mundo, o bartender Laércio Zulu ancora no Anexo São Bento e mostra alquimias com ingredientes como jabuticaba, folha de laranjeira, mutamba – num diálogo com a coquetelaria clássica que rende muitos casos, aroma e sabor

Por Sergio Crusco / Fotos: Rodrigo Marrano/Divulgação

Zulu - retrato

Laércio Zulu brinca com as frutas no balcão do Anexo São Bento, em São Paulo

“Minha avó costumava tomar chá de folha de laranjeira. Dizia que era bom para acalmar. Acho que ela não precisava daquilo – minha avó sempre foi calminha –, mas eu adorava tomar o chá junto com ela, todas as tardes”.

Com esse caso pessoal, o bartender Laércio Zulu começa a apresentar a nova carta que preparou para o Anexo São Bento, em São Paulo. Dividida em cinco partes – ou cinco capítulos – é um “livrinho” que conta muitas histórias. As reminiscências da infância na Bahia, os fogos da adolescência, os muitos giros que fez pelo país em busca de ingredientes “simples, autênticos, mas pouco usuais e surpreendentes” e o olho na modernidade e nas últimas tendências da mixologia – fruto de suas viagens por algumas das cidades mais sambadas do planeta, onde mostra o jeito brasileiro de fazer coquetéis e divulga nosso orgulho etílico: a cachaça.

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